
60. " O verdadeiro amigo, é aquele que compartilha de nossos momentos de alegria e desventura, com o mesmo sorriso ou com a mesma lágrima ".
61. " A honra é como a neve, uma vez perdida a sua brancura jamais poderá ser recuperada ".
62. " A felicidade depende de nós mesmos que das contingências e eventualidades da vida ".
63. " O sentimento mais belo que Deus deu ao homem depois da sabedoria foi a amizade " .
64. " A pureza e a felicidade de nossas vidas, dependem apenas da sábia escolha de nossos companheiros : se são bons, elevam-nos, se são maus, fazem-nos cair ".
65. " por grande e digno que seja o ideal a que se aspira, se aquele que pretende alcançá-lo se vale de meios miseráveis, é sempre um miserável " . Lacordaire
66. " Os golpes da adversidade são terrivelmente amargos, mas nunca estéries ". E. Renan
67. " As palavras do homem indicam o talento que possui, o cultivo de sua inteligência; mas sómente as ações demonstram o seu nascimento ". Arolas
68. " Cada ação nossa trz consigo, inevitavelmente, ou a sua pena ou a sua recompensa mas, ninguém está disposto a admitir essa verdade, porque as recompensas sempre nos parecem insignificantes e as penas excessivas ". Jordon
69. " A ambição é entre todas as paixões humanas, a mais ferina de suas aspirações e mais desenfreada de suas cobiças, e todavia a mais astuta no intento e a mais ardilosa nos planos ". Bossuit
70. " sempre nos afeiçoamos àqueles que nos admiram, mas nem sempre àqueles a quem admiramos " . La Rochefoucaulol
71. " Nos velhos, a ambição do poder e dominação é incomparavelmente mais atroz e violenta que nos moços; estes podem esperar, aqueles não podem perder tempo ". M. de Maricá
72. " O que mais honra um caráter é manter-se corajosamente ao lado do que é justo, ou voltar lealmente a ocupar o mesmo lugar, quando se incorreu no erro de abandonar ". Luiz VVIII - França
73. " Quem faz o bem com orgulho, deixando cair do alto a moeda da bolsa ou a palavra de conforto, pode quase transformar o benefício em insulto ". Montegazza
74. " O homem sem certeza de uma vida futura é o mais infeliz de todos os animais ". Dante
75. " Recebemos três educações diferentes: a dos nossos pais, a dos nossos mestres e a do mundo. O que aprendemos nesta última destrói todas as idéias das duas primeiras ". Montesquieu
76. " A liberdade é a mãe de todos os bens quando se faz acompanhar da justiça ". Argenson
77. " Se o homem soubesse usar utilmente a força, como a mulher sabe itilizr-se da fragilidade, seria formidável ". C. Malheiro
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78. " Bom é ter vivido, o primeiro dever do homem para o Infinito do qual saiu, é o agradecimento ". E. Renan
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79. " O valor de um Estado está representado pelo valor dos individuos que o compões ". Stuart Mill
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80. " Todo o que declama contra a liberdade é porque encontra proveito na escravidão " . Manoel
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81. " O amor é uma gota celeste que os deuses deitaram no cálice da vida para corrigirem o amargor ". Rochester
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82. " O amor da liberdade torna os homens indomáveis e os povos invencíveis ". Franklin
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Rei da Ilha
No fim da rua, um pônei rubro, rubro.
No fim da tarde, um muro escuro, um muro
Descubro algumas coisa mais ? Descubro :
Um coração impuro, tão impuro.
Querer guardar este sinal ( querer )
De que minh´alma não morreu ? Morreu.
Ser ou não ser como esta tarde ( ser )
Que apareceu e desapareceu ?
Ser como a tarde que voltou, voltou
Além de meus enganos, muito além ...
Eu vou por mais um país, por onde eu vou,
Onde existe uma ilha, a minha ilha.
Ali não há ninguém ? Ninguém ? Alguém
Regressará por mim, ó minha filha.
Paulo Mendes Campos
Paulo Mendes Campos nasceu a 28 de fevereiro de 1922, em Belo Horizonte - MG, filho do médico e escritor Mário Mendes Campos e de D. Maria José de Lima Campos.
Começou os estudos de Odontologia, Veterinária e Direito, não chegando a completá-los. Seu sonho de ser aviador também não se concretizou. Diploma mesmo, gostava de brincar, só teve o de datilógrafo.
Veio ao Rio de Janeiro, em 1945, para conhecer o poeta Pablo Neruda, e por aqui ficou.
Em 1962, experimentou ácido lisérgico, acompanhado por um médico. Relatou sua experiência em artigos publicados na revista "Manchete", depois reproduzidas em "O colunista do morro" e em "Trinca de copas", seu último livro. Disse que a droga abriu "comportas" e ele se deixou invadir pelo "jorro caótico"do inconsciente até sentir o peso e a nitidez das palavras que produziam um "milagre da voz". E completava: "A comparação não presta, mas por um momento eu era uma espécie de São Francisco de Assis falando com o lobo. O lobo também sabe que amor com amor se paga".
Paulo Mendes Campos faleceu na cidade do Rio de Janeiro no dia 1° de julho de 1991, aos 69 anos de idade.
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SolCira
2011