sexta-feira, 17 de junho de 2011

página 2 = Maldade

Maldade
J.G. de Araújo Jorge
Tu podes ser igual a todo mundo
teres defeitos mais que toda gente,
- que me importa ? se este amor é cego e profundo
teima em dizer que te acha diferente !
Para mim ( eu que te amo como um louco ),
os que falam de ti são línguas más,
- Ah! todo amor que te dedico é pouco
e é sempre pouco o amor que tu me dás !
Sou a sombra que segue os teus desejos,
e aos teus pés, numa oferta extraordinária
a minha alma vendeu-se por teus beijos ...
Falam de ti ... Escuto-os ... Fico mudo ...
Quanta maldade cruel, desnecessária
se eu já sei quem tu és ... se eu sei tudo !

SolCira
2011

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