Pecado
Oh! deixe-me que algum dia
Louco de amor, sedento, enfurecido
Hei de arrancar-te do corpo este vestido
Hei de beijar-te a carne alva e sadia
Hei de ter-te em meus lábios alquebrados
Nua de toda e em meu olhar em chama
Hei de beijar-te a fronte idolatrada
Hei de atirar-te inerte sobre a cama
Tendo nos olhos um estranho brilho
Tendo nos braços o teu corpo amado
Quando deres a luz ao nosso filho
lembra-te que ele é filho do pecado
Tenho esta poesia como sendo de J.G. de Araújo Jorge mas não encontrei nada sobre isto.
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pensamento
22 = " O homem sai da criança como o fruto sai da flor " .
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SolCira
2011
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