J. G. de Araújo Jorge
Não sei porque cruzou com a tua, a minha estrada
o destino é inconsciente, irônico e mordaz;
- encontro-te, e afinal, já sei que és amada
- encontro-te,e afinal, já é bem tarde demais.
Já não posso esquecer a existência passada,
perdi meu coração, o amor não tenho mais
Já não tens coração e a tua alma, coitada,
sofrendo há de ficar sem me esquecer jamais.
Até hoje nesse amor não tínhamos pensado
é por isso talvez que em silêncio tu choras
e em silêncio também meu pranto é derramado.
Eu cheguei ... Tu chegaste ... Estranha encruzilhada
se eu tenho que partir depois que tu me adoras
se eu tenho que ficar sabendo-te adorada !
Incrível que nesta época achei esta poesia bonita mas, não sabida que ela iria ser a poesia na qual muitas histórias de minha vida seriam contadas.
SolCira
2011
Nenhum comentário:
Postar um comentário